Educação: D. Rui Gouveia convida alunos de EMRC à «vida, paz e alegria»

Escrito em 21/03/2026
Lígia Silveira

26.º Interescolas Diocesano de Lisboa decorreu no Externato de Penafirme, em Torres Vedras, sob o tema «EMRC, Trilho de Esperança»

Foto Diogo Paiva Brandão/Patriarcado de Lisboa

Lisboa, 21 mar 2026 (Ecclesia) – O bispo auxiliar de Lisboa, D. Rui Gouveia disse aos alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), que “a escuridão não é a última palavra”, tal como “a morte não é a última palavra”.

O responsável falava a junta alunos e professores no encontro Interescolas, da diocese de Lisboa, e apontou antes para “a vida, a paz e a alegria” como horizonte.

D. Rui Gouveia incentivou ainda à vivência do encontro como espaço de escuta e celebração: “Que bom é estarmos aqui juntos”, afirmou, citado pelo Patriarcado de Lisboa.

Cerca de 2500 alunos da disciplina de EMRC, dos 2.º e 3.º ciclos, que frequentam esta disciplina nas escolas públicas e privadas, participaram, esta sexta-feira, no 26.º Interescolas Diocesano, que teve lugar no Externato de Penafirme, em Torres Vedras, com o tema ‘EMRC, Trilho de Esperança’.

O dia, organizado pelo Secretariado Diocesano do Ensino Religioso (SDER) de Lisboa,  foi passado “num ambiente de festa e convívio”, com workshops e a um jogo, semelhante a um peddy-paper, intitulado ‘À descoberta’.

Após o almoço, no pavilhão do externato, a tarde de animação teve início com a atuação da Tuna de Atouguia da Baleia, alunos do Colégio Senhora da Boa Nova, no Estoril, e um DJ.

O padre Carlos Aleixo Silva, diretor pedagógico do Externato de Penafirme, convidou os participantes a enfrentar os desafios da vida com sentido positivo.

“A vida tem sempre coisas complicadas, coisas que não são como nós pensávamos”, e afirmou a importância do caminhar em grupo.

“Vamos percebendo que é melhor vivermos juntos uns com os outros”, apontou.

A diretora do SDER de Lisboa, a professora Fátima Nunes, apontou a importância da “alegria cristã e do convívio comunitário como pilares fundamentais da experiência educativa”.

“Queremos que seja um dia de alegria, de festa e que Jesus Cristo faça os nossos corações muito felizes. Queremos alunos de EMRC alegres e felizes”, reconheceu.

LS

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